Telefone para contato:

(54) 98126-4699

Tratamentos do Câncer Colorretal
Dez03

Tratamentos do Câncer Colorretal

A escolha do tratamento depende principalmente da localização da lesão tumoral no cólon ou reto e do estadiamento da doença. O tratamento da doença poderá incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia alvo. Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. Dependendo do estágio da doença, um ou dois destes tipos de tratamento podem ser realizados simultaneamente ou usados um após o outro. Um fator a considerar para a escolha dos tratamentos a serem utilizados, incluiu o estado geral de saúde do paciente, os possíveis efeitos colaterais do tratamento, e a probabilidade de curar a doença, prolongar a vida, ou aliviar os sintomas....

Leia Mais
Abordagem Multidisciplinar do Tratamento do Câncer Colorretal
Dez03

Abordagem Multidisciplinar do Tratamento do Câncer Colorretal

O diagnóstico de câncer exige do paciente e de seus familiares uma série de adaptações e mudanças em suas rotinas. É importante saber que, além de todo o cuidado dispensado pelo seu médico oncologista, também se pode contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar, com profissionais especializados nas mais diversas áreas da saúde: Enfermeiro – É o profissional que está ao lado do paciente em todos os momentos e que orienta sobre os possíveis efeitos colaterais, sinais e sintomas e outras possíveis dúvidas que surjam durante o tratamento. O enfermeiro é quem dá as orientações sobre os cuidados e precauções gerais da colostomia. Psicólogo – Sentimentos como depressão, ansiedade, medos, preocupações e dúvidas são comuns e muitas vezes, precisam de cuidado. O psicooncologista apoia emocionalmente o paciente e seus familiares, proporcionando uma melhor qualidade de vida. Nutricionista – É o profissional que pode ajudar a diminuir os efeitos colaterais do tratamento por meio de uma alimentação equilibrada e saudável. Em casos de colostomia, também são necessárias orientações sobre o que comer e o que deve ser evitado. Fisioterapeuta – É responsável por promover a recuperação físico-funcional do paciente restaurando movimentos e funções comprometidas durante ou após a doença....

Leia Mais
Tratamento Cirúrgico do Câncer Colorretal
Dez03

Tratamento Cirúrgico do Câncer Colorretal

Os tipos de cirurgia usados no tratamento de câncer de cólon e de reto são um pouco diferentes, então são descritos separadamente: Cirurgia de Cólon A cirurgia é muitas vezes o principal tratamento para o câncer de cólon em estágio inicial, podendo ser realizada utilizando diferentes técnicas: Colectomia Aberta A colectomia, às vezes chamada de hemicolectomia, colectomia parcial ou ressecção segmentar, remove uma parte do cólon e os gânglios linfáticos próximos. O termo aberta significa que esta técnica é realizada através de uma única incisão no abdome. Na véspera da cirurgia, o paciente deve fazer uma preparação do intestino, que pode consistir de laxantes e enemas. Se o tumor é grande e está bloqueando o cólon, pode ser necessária a colocação de um stent no interior do cólon para mantê-lo aberto durante a cirurgia. Se não for possível a inserção do stent ou se o tumor causou danos no cólon, a cirurgia pode ser necessária imediatamente. Neste caso, o procedimento é normalmente o mesmo realizado para a remoção do tumor, só que em vez de serem refeitos os segmentos do cólon, a extremidade superior do cólon é ligada a uma abertura (estoma) no abdome para permitir a eliminação dos resíduos corporais. Isto é conhecido como colostomia e geralmente é temporária. Quando o intestino delgado é ligado ao estorna é denominado ileostomia. Uma bolsinha coletora é conectada ao estorna para armazenar os resíduos eliminados. Após a total recuperação do paciente, uma nova cirurgia é realizada para reverter a colostomia ou ileostomia. Colectomia Laparoscópica Assistida Esta nova abordagem para remoção de parte do cólon e linfonodos próximos é uma opção para alguns tipos de câncer em estágios iniciais. Neste procedimento, ao contrário da colectomia aberta são feitas diversas incisões menores, por onde serão removidos, com auxílio de instrumentos guiados por um laparoscópio, o cólon e os linfonodos. No momento em que a parte comprometida do cólon é liberada do sistema digestivo, uma das incisões é aumentada para permitir sua remoção. Este tipo de cirurgia também requer que o paciente faça, na véspera, uma preparação do intestino, com laxantes e enemas. Como as incisões são menores do que na colectomia aberta, os pacientes podem se recuperar um pouco mais rápido e sentir menos dores do que na colectomia aberta. Polipectomia e Excisão Local Alguns tipos de câncer de cólon em estágios iniciais ou pólipos podem ser removidos apenas com o colonoscópio. Na polipectomia o tumor é removido como parte do pólipo. A técnica de excisão local remove os cânceres superficiais e uma pequena quantidade de tecido adjacente. Cirurgia do Reto A cirurgia é geralmente o principal tratamento para o câncer de reto,...

Leia Mais
Tratamento Quimioterápico do Câncer Colorretal
Dez03

Tratamento Quimioterápico do Câncer Colorretal

A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Formas de Administração Quimioterapia sistêmica – As drogas são injetadas na veia ou administrada por via oral. Os fármacos entram na corrente sanguínea e atingem todas as áreas do corpo, tornando este tratamento potencialmente útil para cânceres que se disseminaram para órgãos distantes (metástases). Quimioterapia regional- As drogas são injetadas diretamente dentro de um vaso e conduzidas para a área do organismo que contem o tumor. Esta abordagem visa concentrar a dose administrada nas células cancerosas, reduzindo os efeitos colaterais, uma vez que limita a quantidade de fármacos que atinge o resto do organismo. Perfusão da artéria hepática – É quando a quimioterapia é administrada diretamente na artéria hepática, é às vezes, utilizada quando o câncer colorretal se disseminou para o fígado. Quando é utilizada a quimioterapia? A quimioterapia pode ser administrada em diferentes momentos durante o tratamento do câncer colorretal: Quimioterapia adjuvante – É realizada após a cirurgia para destruir as células cancerígenas remanescentes da cirurgia. A quimioterapia adjuvante também é utilizada para destruir possíveis células cancerígenas que possam ter deixado o tumor primário e se instalado em outros órgãos, e que ainda são muito pequenas para serem detectadas em exames de imagem. Quimioterapia neoadjuvante – Para alguns tipos de câncer, a quimioterapia é administrada para tentar reduzir o tumor antes da cirurgia. Quimioterapia para câncer avançado – A quimioterapia pode também ser administrada para reduzir o tamanho do tumor e aliviar os sintomas causados pela disseminação da doença para outros órgãos, como o fígado. Drogas Utilizadas Existem vários tipos de fármacos que podem ser usados para tratar o câncer colorretal. Muitas vezes duas ou mais destas drogas são combinadas para tentar tornar o tratamento mais eficaz. Os fármacos utilizados no tratamento quimioterápico são medicamentos muito potentes que podem também afetar algumas células saudáveis no organismo, dessa forma os médicos optam por administrar a quimioterapia em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas. Os principais fármacos utilizados no tratamento do câncer colorretal são 5-fluorouracil (5-FU) e leucovorina – 5-FU é usado há várias décadas e faz parte dos esquemas quimioterápicos para câncer colorretal. É normalmente administrada em conjunto com uma droga chamada leucovorina (ou ácido folínico), como uma infusão na veia durante 2 horas, ou como uma injeção rápida seguida por infusão contínua ao longo de 1 ou 2 dias. Para infusões contínuas, o paciente usa uma bomba operada por uma bateria, que infunde o medicamento em um cateter intravenoso. Em regimes de quimioterapia, o tratamento com 5-FU é repetido a cada 2 semanas, durante um...

Leia Mais
Tratamento Radioterápico do Câncer Colorretal
Dez03

Tratamento Radioterápico do Câncer Colorretal

O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (RaiosX ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia). Tipos de Radioterapia Diferentes tipos de radioterapia podem ser utilizados para tratar tumores de cólon e reto: Radioterapia com Feixes Externos O tratamento radioterápico geralmente consiste em liberar uma determinada dose de radiação em um alvo, em certo período de tempo. É a técnica mais frequentemente usada para o tratamento do câncer colorretal. Radioterapia Endocavitária Este tipo de tratamento é utilizado para alguns tipos de câncer retal. Um pequeno dispositivo é inserido através do ânus e para liberar uma alta dose de radiação diretamente na lesão por alguns minutos. A vantagem desta abordagem é que a radiação atinge o reto sem passar através da pele e outros tecidos do abdome, o que significa que é menos susceptível a causar efeitos colaterais. A realização desta técnica evita, particularmente em pacientes idosos, uma grande cirurgia e uma colostomia. Braquiterapia A braquiterapia utiliza pequenas sementes com material radioativo que são colocadas diretamente sob o tumor. Esta técnica limita os efeitos colaterais sobre os tecidos saudáveis adjacentes. Às vezes é usada para tratar pessoas com câncer retal, que não podem ser submetidas a uma cirurgia por outros motivos de saúde. A fonte de radiação é geralmente removida após um curto período de tempo. Radioembolização com Ítrio-90 Alguns pacientes com metástase hepática, mas pouca ou nenhuma disseminação para outros órgãos, podem se beneficiar de radioembolização com ítrio-90 através da artéria hepática. Estudos recentes detectaram que esta técnica pode retardar o crescimento das metástases hepáticas e aliviar alguns dos sintomas que elas causam. Efeitos Colaterais Os potenciais efeitos colaterais da radioterapia no tratamento do câncer de cólon e reto podem incluir: Irritação da pele na área irradiada. Náuseas. Irritação retal. Incontinência intestinal. Irritação da bexiga. Fadiga. Impotência. Irritação vaginal. A maioria dos efeitos colaterais deve diminuir ao término do tratamento, mas problemas como irritação retal e da bexiga podem persistir por mais tempo....

Leia Mais
Terapia Alvo no Tratamento do Câncer Colorretal
Dez03

Terapia Alvo no Tratamento do Câncer Colorretal

Terapia-alvo é um novo tipo de tratamento do câncer que usa drogas ou outras substâncias para identificar e atacar as células cancerígenas com pouco dano às células normais. Cada tipo de terapia alvo funciona de uma maneira diferente, mas todas alteram a forma como uma célula cancerígena cresce, se divide, se auto repara, ou como interage com outras células. Estes medicamentos alvo agem de forma diferente dos quimioterápicos padrões e são menos susceptíveis de afetar as células normais, de modo que os seus efeitos colaterais não são tão graves como os observados com os quimioterápicos padrões. Bevacizumab O Bevacizumab é uma droga produzida de um tipo de proteína do sistema imunológico chamado anticorpo monoclonal. Este anticorpo alvo age no fator de crescimento endotelial vascular, uma proteína que ajuda os tumores a formar novos vasos sanguíneos para obter nutrientes. Bevacizumab é mais frequentemente usado em conjunto com drogas quimioterápicas para o tratamento de câncer colorretal avançado. Bevacizumab é administrado por infusão intravenosa, geralmente uma vez a cada 2 ou 3 semanas. Os efeitos colaterais raros podem incluir coágulos sanguíneos, hemorragia, problemas cardíacos e cicatrização lenta. Os efeitos colaterais mais comuns incluem pressão alta, cansaço, sangramento, contagem baixa de células brancas do sangue, dores de cabeça, feridas na boca, perda de apetite e diarreia. Cetuximab O cetuximab é um anticorpo monoclonal que ataca especificamente o receptor do fator de crescimento epidérmico, uma molécula que aparece frequentemente em quantidades elevadas na superfície das células cancerígenas ajudando-as a se desenvolver. O cetuximab é utilizado em câncer colorretal metastático, tanto isoladamente, como em conjunto com o irinotecan. Cerca de 40% dos cânceres colorretais possuem mutações no gene KRAS, que tornam esta droga ineficaz, portanto, o cetuximab só deve ser usado em pacientes que não têm essa mutação. O cetuximab é administrado por infusão intravenosa, geralmente uma vez por semana ou a cada duas semanas. Um efeito colateral raro, do cetuximab é uma reação alérgica durante a primeira infusão, o que poderia causar problemas com a respiração e a pressão arterial. Muitos pacientes podem desenvolver problemas de pele, como erupção cutânea na face e no peito, que em alguns casos, pode conduzir a infecções. Outros efeitos colaterais podem incluir cansaço, cefaleia, febre e diarreia. Panitumumab O panitumumab é outro anticorpo monoclonal que ataca as células de câncer colorretal, e assim como o cetuximab tem como alvo a proteína do fator de crescimento epidérmico. Da mesma forma, que o cetuximab, este medicamento não é eficaz em 40% dos pacientes com câncer colorretal que têm mutações no gene KRAS, portanto, só deve ser usado em pacientes que não têm essa mutação. Panitumumab é administrado por infusão intravenosa,...

Leia Mais
Página 1 de 212