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Tratamentos do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células
Dez06

Tratamentos do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. Dependendo do estágio da doença e outros fatores, as principais opções de tratamento para pessoas com Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células podem incluir a cirurgia, radioterapia, quimioterapia e terapia alvo. Em muitos casos, mais do que um desses tratamentos ou uma combinação deles podem ser utilizados. Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como cirurgião torácico, oncologista, radioterapeuta e pneumologista. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente. <–...

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Tratamento Cirúrgico do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células
Dez06

Tratamento Cirúrgico do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

O objetivo da cirurgia é a remoção completa do tumor e dos gânglios linfáticos do tórax. O tumor deve ser sempre removido com uma margem de tecido normal do pulmão que se denomina margem de segurança. Uma margem negativa no laudo do exame anatomopatológico significa que quando o patologista analisou a amostra de pulmão removida durante a cirurgia, não foram encontrados vestígios da doença no tecido saudável circundante do tumor. Tipos de Cirurgia O tipo de cirurgia depende da localização da lesão tumoral no pulmão: Pneumonectomia – Se o tumor está localizado próximo ao centro do tórax, o cirurgião realizará a pneumectomia ou pneumonectomia, que consiste na remoção de todo o pulmão do lado afetado. Lobectomia – Consiste na remoção de um lobo inteiro do pulmão, é o tipo de cirurgia mais eficaz, mesmo que o tumor seja muito pequeno. Ressecção em cunha ou Segmentectomia – Parte de um lobo é removido neste procedimento. Em qualquer um desses tipos de cirurgia, os gânglios linfáticos próximos são removidos para evitar a possível disseminação da doença. O tempo de recuperação de uma cirurgia pulmonar depende de quanto de tecido pulmonar foi removido e do estado geral do paciente antes da cirurgia. Alguns tumores podem ser inoperáveis devido ao tipo, tamanho, local ou estadiamento da doença. Nestes casos, uma equipe de médicos, que inclui oncologista, pneumologista e cirurgião torácico avaliará a melhor opção para o tratamento. Cirurgia Torácica Videoassistida Em casos de câncer de pulmão em estágios iniciais, alguns médicos preferem tratar alguns pacientes com um procedimento chamado cirurgia torácica videoassistida, que é menos invasiva do que uma toracotomia. Neste procedimento um tubo fino e rígido com uma pequena câmara de vídeo na extremidade é colocado através de um pequeno orifício na parte lateral da caixa torácica para ajudar o cirurgião a visualizar a cavidade torácica em um monitor de TV. Um ou dois outros pequenos furos são feitos na pele, e instrumentos serão inseridos ​​para realizar a mesma operação que seria feita usando uma abordagem aberta (toracotomia). Uma das incisões será ampliada se uma lobectomia ou pneumonectomia for necessária, para permitir a remoção da amostra. A maioria dos especialistas recomenda que apenas os tumores em fase inicial, com tamanho máximo de 3 a 4 cm, localizados na parte exterior do pulmão sejam tratados desta forma. Possíveis Riscos e Efeitos Colaterais As possíveis complicações durante e após a cirurgia dependerão da extensão da cirurgia e do estado de saúde geral do paciente. As complicações graves podem incluir sangramento intenso, infecções e pneumonia. A cirurgia do câncer de pulmão é uma operação grande e sua recuperação normalmente leva de semanas a meses. Se os pulmões estão em boas...

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Tratamento Radioterápico do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células
Dez06

Tratamento Radioterápico do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (RaiosX ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia). Esse tipo de radioterapia é conhecido como terapia com feixes externos. Outro tipo de radioterapia muito utilizado no tratamento do câncer de pulmão de não pequenas células é a braquiterapia. A braquiterapia, ao contrário da radioterapia que trata o volume alvo com feixes de radiação externos (a longa distância), utiliza fontes de radiação interna (a curta distância). Na braquiterapia o material radioativo é colocado, por meio de instrumentos específicos, próximo à lesão tumoral. Uma vez terminado o tratamento o material é retirado do corpo. A radiação destrói as células cancerosas que estão localizadas na direção do feixe de radiação, mas também danifica as células normais atingidas por esse feixe, por esta razão, a radioterapia não pode ser utilizada para tratar grandes áreas do corpo. Radioterapia com Feixes Externos O tratamento radioterápico geralmente consiste em liberar uma determinada dose de radiação em um alvo, em certo período de tempo. Radioterapia Convencional – Hoje já é utilizada com menos frequência do que no passado, uma vez que os médicos preferem técnicas que permitem o tratamento com mais precisão, reduzindo a exposição à radiação dos tecidos saudáveis adjacentes. Radioterapia Conformacional – A radioterapia Conformacional está baseada no planejamento tridimensional, permitindo concentrar a radiação na área a ser tratada e reduzir a dose nos tecidos normais adjacentes. Desta forma, o tratamento se torna mais eficaz, com poucos efeitos colaterais, diminuindo as complicações clínicas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Radioterapia de Intensidade Modulada – É uma forma de radioterapia tridimensional, onde o equipamento se move em torno do paciente, enquanto libera a radiação. Esta técnica é usada na maioria das vezes, para tumores localizados próximos a estruturas importantes, como a medula espinhal. Radioterapia Estereotáxica – É utilizada para tratar cânceres de pulmão em fase inicial, quando a cirurgia não é uma opção devido a outros problemas de saúde do paciente. Ao contrário de outras técnicas de radioterapia, na estereotaxia é administrada uma alta dose de radiação, em vários ângulos, diretamente no volume alvo. Braquiterapia A braquiterapia é utilizada na maioria das vezes para reduzir tumores e para aliviar sintomas provocados pelo câncer de pulmão em uma das vias aéreas. Neste tipo de tratamento, o médico insere uma pequena fonte de material radioativo, na forma de semente, diretamente sob o tumor. Isto é geralmente feito com auxílio de um broncoscópio, mas também pode ser realizado durante a cirurgia. Esta técnica limita...

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Tratamento Quimioterápico do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células
Dez06

Tratamento Quimioterápico do Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

A quimioterapia é a utilização de medicamentos para destruir células cancerígenas, geralmente, bloqueando a capacidade das células para crescer e se dividir. A quimioterapia é sistémica, o que quer dizer que ataca não somente as células cancerígenas, como também as células sadias do corpo. A maioria dos tratamentos quimioterápicos para câncer de pulmão é administrada por via intravenosa ou por meio de um cateter colocado em uma veia de maior calibre e que permanece no local pelo tempo que for necessário. A colocação do cateter requer uma pequena cirurgia que deve ser avaliada e sugerida pelo médico. A quimioterapia geralmente consiste de um número específico de ciclos durante um período definido de tempo. Um paciente pode receber uma droga de cada vez ou combinações de medicamentos diferentes, ao mesmo tempo. Dependendo do estágio da doença, a quimioterapia pode ser utilizada em diferentes situações, como: Terapia Neoadjuvante – Reduzir um tumor antes da cirurgia. Terapia Adjuvante – Destruir células cancerígenas remanescentes. Tratamento Principal – No tratamento de cânceres mais avançados ou para pacientes que por alguma outra razão de saúde não podem ser submetidos a cirurgia. Na maioria das vezes, o tratamento para o câncer de pulmão de não pequenas células utiliza uma combinação de 2 medicamentos. Os quimioterápicos mais frequentemente utilizados são: Cisplatina. Carboplatina. Paclitaxel. Docetaxel. Gemcitabina. Vinorelbina. Irinotecano. Etoposido. Vinblastina. Pemetrexed. Muitas vezes, uma combinação que inclui a Cisplatina ou Carboplatina mais outra droga é utilizada. Às vezes combinações com menos efeitos colaterais graves, como Gemcitabina com Vinorelbina ou Paclitaxel, podem ser utilizadas. Para pacientes com câncer de pulmão avançado que atendam a determinados critérios, medicamentos de terapia específica, como Bevacizumabe ou Cetuximab podem ser adicionados ao tratamento inicial. Possíveis Efeitos Colaterais Os efeitos colaterais da quimioterapia dependem do indivíduo e estão relacionados ao tipo de medicamento quimioterápico, dose administrada e do tempo de tratamento. Esses efeitos podem ser muito leves ou mais sérios e neste caso, podem necessitar de atendimento médico, ajuste da dose ou suspensão do tratamento. Alguns efeitos colaterais incluem: Perda de cabelo. Inflamações na boca. Perda de apetite. Náuseas e vômitos. Diarreia. Constipação. Diminuição dos valores das células sanguíneas. Infecções. Hematomas ou Hemorragias. Fadiga. Síndrome mão – pé. Neuropatia periférica Muitas vezes pode ser necessária a prescrição de medicamentos para ajudar aliviar os efeitos colaterais. Estes efeitos colaterais são geralmente de curto prazo e tendem a desaparecer com o término do tratamento. <–...

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Terapia Alvo para Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células
Dez06

Terapia Alvo para Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

Terapia-alvo é um novo tipo de tratamento do câncer que usa drogas ou outras substâncias para identificar e atacar especificamente às células cancerígenas e provocar pouco dano às células normais. Cada tipo de terapia alvo funciona de uma maneira diferente, mas todas alteram a forma como uma célula cancerígena cresce, se divide, se auto repara, ou como interage com outras células. Os medicamentos alvo funcionam de forma diferente dos quimioterápicos convencionais, e muitas vezes têm efeitos colaterais menos graves. Eles são mais frequentemente utilizados junto com a quimioterapia. Drogas que têm como Alvo o Fator de Crescimento dos Vasos Sanguíneos Para os tumores crescerem, eles devem formar novos vasos sanguíneos para mantê-los nutridos. Este processo é chamado de angiogénese. Algumas drogas alvo bloqueiam o crescimento dos novos vasos sanguíneos. O bevacizumab é um tipo de fármaco conhecido como anticorpo monoclonal produzido a partir de uma proteína específica do sistema imunológico. O alvo é o fator de crescimento endotelial vascular, uma proteína que ajuda a formar novos vasos sanguíneos. Bevacizumab é administrado por infusão na veia cada 2-3 semanas. Quando é usado junto com a quimioterapia é geralmente administrado por 4-6 ciclos. Os possíveis efeitos colaterais deste medicamento são diferentes dos causados pelos quimioterápicos convencionais. O bevacizumab pode causar hemorragia, o que limita sua utilização por longos períodos. Diretrizes atuais não recomendam o uso de bevacizumab em pacientes com câncer de pulmão de células escamosas, porque pode causar uma séria hemorragia nos pulmões. No entanto, existem estudos em andamento sobre a segurança de administrar bevacizumab quando a doença não está localizada perto de grandes vasos sanguíneos. Outros efeitos colaterais raros, mas possivelmente graves incluem formação de coágulos sanguíneos, problemas no intestino, problemas cardíacos, e cicatrização lenta. Os efeitos colaterais comuns incluem pressão alta, cansaço, baixa contagem de células brancas, dores de cabeça, feridas na boca, perda de apetite e diarreia. Drogas que tem como Alvo o Receptor do Fator de Crescimento Epidérmico O receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) é uma proteína encontrada na superfície das células, que normalmente as ajuda a crescer e se dividir. Algumas células do câncer de pulmão tem EGFR em excesso, o que faz com que elas cresçam mais rápido. Erlotinib – É uma droga que bloqueia o EGFR. É utilizado principalmente para câncer de pulmão avançado. Também pode ser usado em pacientes com mutações no gene EGFR. Este medicamento é administrado via oral diariamente. Os efeitos colaterais tendem a ser mais leves do que os dos quimioterápicos convencionais. O efeito colateral mais preocupante é uma erupção semelhante a acne no rosto e no tórax, que em alguns casos pode levar a infecções cutâneas. Outros...

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Outros Tipos de Tratamento para o Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células
Dez06

Outros Tipos de Tratamento para o Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células

Outros tratamentos, além da cirurgia ou radioterapia, também podem ser utilizados para tratar o câncer de pulmão em locais específicos: Terapia Fotodinâmica A terapia fotodinâmica é às vezes utilizada para tratar câncer de pulmão em estágios iniciais, em casos que ainda a lesão está localizada mais externamente e quando outros tratamentos não são oportunos. Esta técnica também pode ser usada para ajudar a abrir vias aéreas obstruídas por tumores, permitindo que o paciente possa respirar melhor. Nesta técnica, uma droga ativada pela luz, é injetada na veia do paciente, como o objetivo de captar células cancerosas. Após alguns dias, o fármaco se acumula nas células cancerosas, um broncoscópio é inserido até o pulmão, sob anestesia local ou geral. Uma luz laser especial colocada na extremidade do broncoscópio é dirigida ao tumor, ativando a droga que destrói as células cancerígenas. Estas células mortas são removidas durante a broncoscopia. A terapia fotodinâmica pode provocar inchaço na via aérea por alguns dias, causando falta de ar, tosse com sangue ou muco espesso. Terapia com Laser Os lasers podem, eventualmente, serem utilizados para tratar câncer de pulmão muito pequenos localizados nas vias aéreas. Também podem ser usados para ajudar a abrir as vias aéreas obstruídas por tumores maiores, ajudando o paciente a respirar melhor. Este tratamento é realizado com o paciente anestesiado. O laser é colocado na extremidade de um broncoscópio, que é inserido da garganta até próximo ao tumor. Quando posicionado, o médico aponta o laser na direção do tumor destruindo-o. Colocação de Stent Tumores de pulmão que se desenvolveram em uma via aérea podem, às vezes, causar dificuldades respiratórias ou outros problemas. Para ajudar a manter a abertura das vias aéreas, um stent pode ser colocado na via aérea. Os stents são tubos rígidos de silicone ou de metal que são inseridos nas vias aéreas com o auxílio de um broncoscópio. <–...

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