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Tatuador brasileiro cria projeto gratuito para recuperar autoestima de pacientes de Câncer de Mama
Fev09

Tatuador brasileiro cria projeto gratuito para recuperar autoestima de pacientes de Câncer de Mama

Há nove anos, Sendlea Trotta, de 53 anos, descobriu que tinha câncer de mama. Morando em Manaus, ela voltou à cidade natal, São Paulo, para fazer a quimioterapia e mastectomia da mama direita. A reconstrução do seio, procedimento indicado nestes casos, precisou esperar. Fumante, Sendlea colocou apenas um extensor no local para introdução de próteses de silicone em 2007. No final do ano passado, no entanto, através da filha e do genro, ela conheceu o tatuador Miro Dantas. Profissional reconhecido e com 21 anos de experiência, Miro divulgou no Facebook que estava à procura de pacientes de câncer de mama para realizar tatuagens gratuitas a fim de reconstruir o seio. Assim, Sendlea foi a primeira mulher a participar do projeto “Uma tattoo por uma vida melhor”, no final de janeiro. — Até então eu me olhava no espelho e passava batido. Hoje, eu olho e presto atenção nos meus seios, digo “está lindo”. Ficou muito perfeito. O Miro é muito carinhoso, muito paciente. Quando vi o resultado, disse “não acredito”, ficou muito lindo. Agora tem muita diferença, porque eu olho e fica igual. Deu uma levantada na autoestima — conta Sendlea, que se empolgou tanto para a sessão com Miro que fez outras duas tatuagens enquanto esperava pela reconstrução. Agora, ela pretende fazer um encontro com outras pacientes do Hospital Pérola Byington, onde fez o tratamento, para relatar a experiência e ajudar outras mulheres a recuperar a autoestima. — Depois da mastectomia, fui me conformando com a situação. Apesar do seio ser um símbolo da gente como mulher, o buraco é mais embaixo, ou mais em cima, não sei. Mas quando vi a repercussão da foto que o Miro postou no Facebook, vi que estava ali, quis falar para incentivar as pessoas. Inspiração A ideia do projeto nasceu da experiência de Miro com outras clientes que passaram pela mastectomia e não tiveram uma opção satisfatória de reconstrução. Especialista na técnica realista, o tatuador se impressionou com o testemunho de muitas delas, aconselhadas a seguir em frente e aceitar as cicatrizes. — Durante 21 anos de profissão, muitas mulheres me procuram para saber sobre a possibilidade das tatuagens ajudarem, mas poucas fizeram. Com o passar do tempo fui percebendo a grande importância dessas reparações e o quanto trazia de volta a autoestima das mulheres afetadas pela luta contra o câncer de mama. O que me intrigou foi perceber alguns casos que passaram por acompanhamento psicológico e que essas mulheres foram orientadas a tocar a vida pra frente do jeito que elas estavam, mutiladas. Do tipo “você já venceu a doença, agora aceite como você é”. Eu não concordo com isso....

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Em 2050, mortes por câncer serão praticamente eliminadas
Fev06

Em 2050, mortes por câncer serão praticamente eliminadas

Cerca de 14 milhões de pessoas são diagnosticadas com câncer a cada ano. Desses, 8 milhões não resistem e morrem Uma pesquisa realizada pela Universidade de Londres afirma que em 2050 será difícil ouvir que alguém morreu de câncer. Segundo eles, a mudança dos hábitos da população, juntamente com o avanço tecnológico da medicina serão uma das principais razões para que a doença seja evitada. Segundo o estudo, cerca de 14 milhões de pessoas são diagnosticadas com câncer a cada ano. Desses, 8 milhões não resistem e morrem. O estudo apresentou ainda que até o ano 2030, esse número chegará a 26 milhões de diagnósticos e 17 milhões morrerão da doença. Para a pesquisa, se os investimentos em medicamentos continuarem pelas próximas décadas, e junto com eles, os tratamentos e uma vida mais saudável, as pessoas com câncer sobreviverão mais e de maneira satisfatória. Com isso, a meta para a cura do câncer será atingida. O estudo revelou que, mesmo com todos os avanços tecnológicos ou tratamentos, a conscientização humana será a participação fundamental para reduzir o número de mortes por câncer. A pesquisa ressaltou também sobre a importância de detectar o estágio, o que só acontece com pessoas que se preocupam mais com a saúde. Fonte: O...

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Estudo brasileiro demonstra que luz visível também pode causar câncer de pele
Fev02

Estudo brasileiro demonstra que luz visível também pode causar câncer de pele

Esta é uma má notícia para quem gosta de tomar sol, mesmo que besuntado com protetor solar. Os filtros disponíveis no mercado protegem contra os efeitos da radiação ultravioleta, invisível ao olho humano, mas não evitam os danos causados pela luz visível. E esses danos podem ser intensos. Um estudo realizado por pesquisadores de São Paulo e do Paraná acaba de demonstrar que a luz visível também pode causar câncer de pele, o mais frequente no Brasil, que corresponde a 25% dos casos de tumores malignos, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer. Maurício Baptista, bioquímico da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do estudo, não chega a se surpreender com esse resuldato, publicado em novembro de 2014 na revista PLoS One. É que, do ponto de vista físico, a luz que o olho humano enxerga e os raios ultravioleta (UV) têm a mesma natureza. Ambos são a mesma forma de energia, a radiação eletromagnética, que de acordo com a intensidade recebe diferentes nomes – raios gama, raios X, luz visível, radiação infravermelha. “Para a pele, a divisão entre luz visível e invisível é arbitrária”, afirma Baptista, que é professor do Instituto de Química da USP e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Processos Redox em Biomedicina (INCT-Redoxoma). Ele e sua equipe demonstraram que a luz visível pode causar danos no material genético (DNA) das células de modo indireto ao interagir com a melanina. Esse pigmento escuro, responsável pela coloração da pele, absorve parte da energia da luz visível e a transfere para moléculas de oxigênio, gerando formas altamente reativas – o chamado oxigênio singlete. Essa molécula de oxigênio excitado, por sua vez, reage com moléculas orgânicas, como o DNA, e as deteriora. Quando esse tipo de dano afeta um gene regulador da proliferação celular, a célula pode começar a se multiplicar descontroladamente, originando um câncer. Esse resultado pode ajudar a entender melhor a origem de algumas formas de câncer de pele. “A contribuição do grupo, bastante rigorosa em termos científicos, ajuda a compreender os perfis de mutações que encontramos em melanomas humanos, nos quais frequentemente se observam evidências de eventos de oxidação do DNA”, diz Roger Chammas, professor da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. “Antes esses eventos eram atribuídos à radiação UVA, mas, agora, como se mostrou, também podem ser efeito da luz visível.” O mecanismo produtor dessas moléculas mais reativas registrado pelo grupo de Baptista confirma o papel duplo desempenhado pela melanina: esse pigmento protege a pele dos danos causados por certos tipos de luz, mas facilita os provocados por outros. Assim como o experimento atual, trabalhos...

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Cinco verdades sobre a “má sorte” de ter câncer
Fev02

Cinco verdades sobre a “má sorte” de ter câncer

Ter câncer é uma questão de má sorte? A resposta curta é sim. A longa também é, embora seja melhor chamá-lo de acaso e é importante entender que qualquer pessoa pode influenciar sua boa sorte. No dia 1º de janeiro foi publicado o que será um dos estudos mais polêmicos do ano por afirmar que dois terços do risco de câncer nos tecidos é explicado pela “má sorte”. O trabalho levantou grande polêmica e os meios de comunicação foram responsabilizados por terem explicado mal os resultados do estudo. Mais ainda, o trabalho poderia enviar ao público uma mensagem equivocada: tem sentido deixar de fumar ou levar uma vida saudável se, no fim das contas, tudo depende da sorte? Até a ONU se manifestou, desmentindo as conclusões do trabalho e questionando seus métodos. Mas, haveria algo de certo nisso, a sorte tem algum papel no surgimento de um tumor? Sorte ou azar Em 2004, um ano antes de sua morte, o fisiologista britânico Richard Doll escreveu: “Que um sujeito exposto [a agentes cancerígenos] desenvolva ou não um câncer é em grande parte uma questão de sorte”, tal como lembrou David Spiegelhalter. De todos os especialistas no tema, Doll era um dos menos suspeitos de menosprezar as causas meio-ambientais do câncer, pois foi um dos primeiros a descobrir e alertar que o fumo provoca câncer de pulmão. Com essa descoberta, provavelmente salvou milhões de vidas e seus estudos lançaram as bases da epidemiologia moderna. Assim como Doll, os autores do novo estudo tampouco são aventureiros. Um dos dois autores é Bert Vogelstein, um gigante da pesquisa sobre o câncer e autor da descoberta do papel dos genes supressores tumorais que, ao sofrerem mutação, contribuem para deflagrar a doença. Em seu trabalho, a má sorte está relacionada ao número de divisões celulares que há nos ossos, na pele e em outros tecidos do corpo, um processo essencial para a saúde, mas que implica certo risco de que se produzam falhas na cópia do DNA. Quanto mais divisões houver, maior será a possibilidade de que se acumulem erros que provocam câncer. O surgimento de uma mutação nociva é uma questão de acaso. Nosso estudo enfatiza que é provável que haja mais tumores no futuro, atribuíveis ao fato de o envelhecimento aumentar o número de divisões celulares Casos e risco Os resultados do estudo são consequência da análise estatística do número de divisões celulares em 31 tecidos durante uma vida média calculada com base em dados demográficos dos EUA. Em todo caso, isso não quer dizer que dois terços de todos os casos de câncer se devam à má sorte. Representatividade Duas semanas depois...

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Frutas vermelhas ajudam a prevenir câncer e retardar envelhecimento
Jan28

Frutas vermelhas ajudam a prevenir câncer e retardar envelhecimento

Alimentos são ricos em substâncias antioxidantes, explica nutricionista Nesse verão, aposte em uma alimentação rica em frutas vermelhas e arroxeadas. Além de saudáveis, ajudam a previr doenças como diabetes, doenças do coração e câncer, além de retardar o envelhecimento, segundo explica  a nutricionista Letícia Manduca.  — Essas frutas são ricas em antioxidantes, que são substâncias que combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento das células, sendo assim, previnem doenças crônicas. De acordo com a especialista, as frutas vermelhas as “berries” têm maior concentração da substância. — A cranberry e a blueberry possuem um valor antioxidante muito alto e são importantes no  tratamento contra estrias e flacidez. Letícia ressalta que consumo dessas frutas, no Brasil, não é muito comum pois, elas são cultivadas em regiões frias como Europa, Estados Unidos e Chile. Portanto, o suco pode ser uma alternativa mais fácil para ter acesso ao alimento. Fonte:...

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Esposa de Adriana Calcanhotto morre aos 74 anos, vítima de um câncer
Jan28

Esposa de Adriana Calcanhotto morre aos 74 anos, vítima de um câncer

A atriz e cineasta Suzana de Moraes, de 74 anos, morreu nesta terça-feira. Filha de Vinicius de Moraes, Suzana sofria de câncer no endométrio. Ela oficializou em 2010 seu relacionamento com a cantora e colunista do GLOBO Adriana Calcanhotto, com quem esteve por mais de 25 anos. Suzana estava internada na clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio de Janeiro, desde o dia 5 de janeiro. Segundo o oncologista Bruno Nahoum, às 5h desta terça-feira, Suzana foi vítima de infecção respiratória, em decorrência do câncer. No ano passado, em entrevista a Ana Maria Braga no “Mais você”, Adriana comentou sua relação com Suzana e a luta da mulher contra o câncer. Como atriz, Suzana participou de produções como “O gigante da América”, de Júlio Bressane, de 1978, e da série “Véu de noiva”, exibida pela TV Globo em 1969. Mais velha dos cinco filhos do poetinha, Suzana nasceu do primeiro dos nove casamentos do músico. Foi uma das principais responsáveis pelo espólio do pai, reunindo os irmãos Pedro, Georgiana, Luciana e Maria em torno da obra de Vinicius, e comandando as homenagens a ele em seu centenário, em 2013. Sua última atuação foi no drama “Perfume de gardênia”, de Guilherme de Almeida Prado, lançado em 1992. Como diretora, assumiu os shows “Adriana Partimpim Ao Vivo” e “Adriana Calcanhoto – Público”, de sua parceira. Produziu o documentário “Vinícius de Moraes – Quem pagará o enterro e as flores se eu me morrer de...

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