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Brincar de faz de conta reduz impacto do câncer em crianças
Set16

Brincar de faz de conta reduz impacto do câncer em crianças

Na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, o faz de conta deixa de ser uma brincadeira e se torna um aliado no tratamento contra o câncer infantil. Os benefícios da prática foram comprovados pela pesquisa da terapeuta ocupacional Nathália Rodrigues Garcia-Schinzari. Orientada pela professora Luzia Iara Pfeifer, o estudo contou com 15 crianças com idade entre 4 e 7 anos, diagnosticadas com câncer, que eram atendidas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HC-FMRP) da USP e, algumas, pelo Grupo de Apoio à Criança com Câncer de Ribeirão Preto (GACC – Ribeirão Preto). Segundo a pesquisadora, brincar de faz de conta auxilia no desenvolvimento cognitivo, no uso da linguagem, além de beneficiar aspectos sociais e emocionais. “É fundamental que as crianças doentes consigam expressar seus sentimentos, medos, dúvidas e sua capacidade de enfrentar os problemas e as dificuldades da vida e por meio do brincar de faz de conta isso se torna possível”, afirma a terapeuta ocupacional. Numa brincadeira de faz de conta, diz a pesquisadora, as questões abordadas pelas crianças com câncer são diferentes daquelas abordadas pelas crianças saudáveis. “Elas falavam sobre os efeitos da quimioterapia, afastamento da escola, morte e momentos saudáveis em família”. Para Nathália, a brincadeira faz com que as crianças compreendam melhor seu estado de saúde, bem como o tratamento que vão enfrentar. “Geralmente, a criança com câncer fica assustada com as mudanças repentinas em sua vida, entre elas a queda do cabelo”. O estímulo à brincadeira, diz a pesquisadora, também pode ser uma forma de aproximação entre o paciente e profissional da saúde. “Quando estimulamos o brincar de faz de conta de uma criança, estamos fortalecendo sua criatividade, expressividade e capacidade de enfrentar os problemas e as dificuldades da vida”, diz a pesquisadora. O estímulo ao brincar de faz de conta e a qualquer atividade lúdica é comum em hospitais no Brasil e no mundo e, geralmente, é utilizado pela equipe de Terapia Ocupacional, Psicologia e Enfermagem. Inclusive, diz Nathália, há artigos publicados nacionais e internacionais sobre a importância do brincar junto à criança hospitalizada. Fonte:...

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Projeto do Cacon aumenta autoestima de pacientes com câncer
Set10

Projeto do Cacon aumenta autoestima de pacientes com câncer

Pacientes do Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) do Hospital Universitário participaram nesta terça-feira, 9, de três oficinas especiais, idealizadas com propósito de aumentar a autoestima e realçar a beleza de quem está fazendo tratamento contra o câncer. Durante toda a manhã, as pacientes aprenderam a fazer maquiagem corretiva, variar a amarração de lenços e preparar receitas de sucos que, além de saudáveis e saborosos, são bons aliados no tratamento das patologias. As oficinas fazem parte do projeto Belezaterapia e devem se repetir mensalmente, segundo os coordenadores. A ideia é amenizar os efeitos do tratamento quimioterápico com iniciativas simples, como a maquiagem e o uso de lenços para disfarçar a queda de cabelos. As pacientes relataram que a perda dos cabelos é o efeito mais difícil de enfrentar no tratamento contra o câncer, pois estigmatiza a paciente. Na oficina, pacientes e funcionárias aprenderam a amarrar o tecido em torno da cabeça, em diversos modelos e com técnicas simples. Na automaquiagem, elas receberam dicas sobre como disfarçar olheiras e valorizar pontos fortes da face, como olhos e boca. A equipe de nutrição também preparou sucos terapêuticos, como calmantes, que ajudam à beleza da pele, etc. O projeto Belezaterapia foi criado por residentes dos cursos de Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Serviço Social, Farmácia, entre outros. Fonte:...

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Meninas de Angelina cortam o cabelo para doar a pacientes com câncer
Set10

Meninas de Angelina cortam o cabelo para doar a pacientes com câncer

Cepon recebe doações que vão para a oficina de construção de perucas Foi Bárbara Assunção, de 8 anos, a primeira a ver uma reportagem falando da iniciativa. Apesar da pouca idade, a menina ficou sensibilizada por saber que existiam outras crianças doentes da idade dela, e falou para a mãe que queria ajudar. Logo que cortou ocabelo, Bárbara deu a ideia para a amiga de escola Danielly Alves, 9, e assim começou uma corrente do bem entre as meninas do pequeno município de Angelina, na Grande Florianópolis. Nesta terça-feira foi o dia das irmãs Emily, 8, e Estefany Anderli, 9, cortarem as madeixas por uma boa causa: as meninas vão doar o cabelo para confecção de perucas para crianças com câncer. Mesmo sem fazer um corte radical há mais de cinco anos, não faltou coragem para as pequenas na hora de passar as tesouras. Juntas as irmãs doaram cerca de 60 centímetros de cabelo, que vão se juntar a mechas do mesmo tom de outras cabeças e formar uma peruca. — Quando a minha amiga me falou eu pedi para a minha mãe. Eu gostei, e quero ajudar as crianças que não tem cabelo — disse Emily. No salão quem recebeu a doação foi Terezinha Maria Braun da Cruz, 50. Há cinco anos ela trata um câncer de mama, e iniciou uma campanha nas cidades da região para arrecadar cabelos. Terezinha não conseguiu conter a emoção ao receber as mechas: — É extraordinário ver que crianças tão pequenas já tem consciência, pedindo espontaneamente para as mães para cortar o cabelo. Quando comecei não imaginava que tantas meninas iriam querer ajudar. Durante o tratamento já perdi os cabelos duas vezes, e sei o quanto isso mexe com a pessoa, ainda mais no caso de crianças. Os cabelos de Emily e Estefany serão levado para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon) por Terezinha, onde irão para a oficina de construção de perucas realizada por pacientes do centro. A terapeuta ocupacional do Cepon, Lilian Martinho, explica a importância da doação: — O cabelo é a moldura do rosto. O impacto é muito grande com a queda, principalmente para algumas mulheres, e a peruca ajuda muito. Hoje se fala mais sobre o câncer, mas ainda existe um preconceito grande com a doença, e as pessoas não gostam de ser expostas carecas, é como falar para todo mundo que está doente. Qualquer cabelo é aceito Pode ser loira, morena, ruivo, liso, ondulado, cacheado, com química, tintura. Os únicos pré-requisitos para doação são: o comprimento de, no mínimo, 15 centímetros, e a boa vontade. Quem tiver interesse em doar pode cortar em qualquer salão e entregar nos...

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Menina de 3 anos corta o cabelo para doar a pacientes com câncer, no PR
Set09

Menina de 3 anos corta o cabelo para doar a pacientes com câncer, no PR

Família de Ponta Grossa tomou a iniciativa após assistir a uma reportagem. ‘Minha filha vai doar o cabelinho para pessoas que precisam dele’, diz pai. “Minha filha vai doar o cabelinho para pessoas que precisam dele”, conta José Emanoel Barbosa de Anhaia, de 28 anos, pai da Manuella Luz Selhorst, de 3. Orgulhoso, ele explica que a iniciativa foi tomada depois que a família, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, assistiu à reportagem exibida pela RPC TV na quinta-feira (4) sobre o assunto. “Antes, a gente não sabia que era possível doar cabelos que se transformam em perucas para pessoas com câncer”, diz. Manuella, segundo o pai, ficou feliz em ajudar. Em setembro, uma faculdade particular de Ponta Grossa deu início a uma campanha para arrecadar mechas de cabelo de estudantes e de toda a comunidade. A cidade ainda não tem um voluntário que confeccione as perucas, assim as doações têm sido enviadas por correio para uma ONG de São Paulo. Lá, são confeccionadas perucas que são doadas para mulheres e para crianças que têm câncer. “A recomendação é de que sejam doados pelo menos 10 centímetros de cabelo. Para nós, é a medida mínima do amor”, explica a responsável pelo projeto, Daiane Trojan. Fonte:...

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Teste que mede temperatura do hálito consegue identificar câncer
Set09

Teste que mede temperatura do hálito consegue identificar câncer

Conclusão do estudo de pesquisadores italiano aponta que voluntários diagnosticados com a doença apresentam temperatura maior Já imaginou realizar um teste que mede a temperatura do hálito e descobrir um câncer de pulmão de forma rápida e não invasiva? Um estudo de pesquisadores italianos aponta justamente isso. Os resultados do estudo desenvolvido por pesquisadores italianos foram apresentados nesta segunda-feira (8) na Alemanha, durante o congresso da Sociedade Respiratória Europeia. Aproximadamente 82 pessoas participaram do processo de pesquisa e foram submetidas a exames tradicionais para detectar o câncer. Dessas, 40 foram diagnosticadas com a doença. Processo Para conseguir diagnosticar a doença, pesquisadores utilizaram um aparelho chamado X-Halo para medir a temperatura do hálito. O resultado do estudo apontou que voluntários que com câncer apresentaram hálito com maior temperatura que o hálito das pessoas sem a doença. A pesquisa indicou, ainda, que a temperatura foi maior quanto mais avançado era o estágio do câncer ou quanto maior o tempo em que o voluntário era fumante. Fonte: O Tempo – Saúde e...

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Google anuncia parceria na pesquisa da cura do câncer
Set08

Google anuncia parceria na pesquisa da cura do câncer

Calico, a startup do Google voltada para a saúde e o bem-estar, acaba de anunciar uma parceria inédita com a empresa farmacêutica AbbVie em busca de novos métodos de tratamento para doenças como câncer e Alzheimer. O acordo prevê a abertura de um centro de pesquisas em São Francisco, na Califórnia (EUA), com foco principal na descoberta e aceleração de novos medicamentos. Divulgada nesta quarta-feira (4), a aliança prevê um investimento total de US$ 500 milhões – US$ 250 milhões de cada companhia – e as empresas dividirão todas as despesas e lucros gerados. Fundada no final de 2013, Calico será responsável por fornecer a equipe de cientistas que trabalharão no laboratório. No decorrer dos primeiros 5 anos, o alvo principal da parceria estará focado nas pesquisas científicas. A partir disso, serão mais 10 anos de desenvolvimento. Criada no mesmo ano que sua parceira, a AbbVie é mundialmente reconhecida pela produção de drogas capazes de auxiliar no tratamento de doenças como o mal de Parkison. Portanto, neste projeto, caberá à farmacêutica supervisionar o desenvolvimento de medicamentos e a possibilidade de comercializá-los. Google & Saúde  Não é de hoje a aposta e o investimento do Google em áreas da saúde. Já na altura do lançamento da Calico, a companhia já deixou claro que o objetivo principal desta iniciativa seria retardar cada vez mais a morte, com o auxílio das novas tecnologias, a fim de ocupar as lacunas deixadas pela medicina tradicional. Composta por um chip wireless, a lente possui, ainda, um sensor miniaturizado de glicose prensados entre duas camadas de material gelatinoso. Segundo os seus criadores, o dispositivo deverá ser equipado também com um LED capaz de emitir sinais sempre que haja alterações no nível de glicose do paciente.Recentemente, a gigante tecnológica anunciou tambémparceria com o laboratório Novartis para criação de uma lente de contato inteligente para auxiliar no controle da diabetes. Com o dispositivo, seria possível usar as lágrimas do utilizador para medir a quantidade de glicose no sangue. Fonte:...

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