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Câncer bucal: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento
Abr20

Câncer bucal: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento

O câncer bucal é o desenvolvimento anormal de células que geralmente ocorre nos lábios, principalmente no lábio inferior, em toda a região de mucosa dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amídalas ou nas glândulas salivares. Este tipo de doença costuma atingir mais usualmente pessoas com mais de 40 anos de idade e que costumam expor-se a fatores de risco como o hábito de fumar ou mascar tabaco, responsáveis por 80 a 90% dos casos, e o excesso de consumo de bebida alcoólica. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento e, para tal, é fundamental fazer consultas regulares com um dentista, pois ele é um profissional adequadamente treinado para identificar alterações que para nós são imperceptíveis e podem ser graves. Muitas pessoas não consideram a análise odontológica frequente importante e, não sendo capazes de reconhecer os sintomas com rapidez, acabam por agravar o quadro da doença e diminuir as chances de tratamento. Por conta deste diagnóstico tardio, 50% das pessoas atingidas pelo câncer de boca têm uma taxa de sobrevivência de até cinco anos. Sintomas do câncer de boca – Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não cicatriza; – Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua; – Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca; – Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca; – Dificuldade para mastigar ou para engolir; – Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta; – Mudança na voz. Diagnóstico do câncer oral O dentista examina detalhadamente a porção interna da boca procurando por lesões esbranquiçadas ou avermelhadas. Se identificar alguma anormalidade ele retirará com raspagem algumas células e enviará para um laboratório fazer a análise em um microscópio para verificar se é maligno ou benigno. Um exame de endoscopia pode ser recomendado também para verificar se o tumor se espalhou pelo sistema digestivo. Tratamento do câncer bucal Se identificado que o tumor bucal é benigno, o paciente deverá fazer visitas e exames regulares para vigiar se não vai haver a malignização. Caso seja maligno, uma cirurgia para retirada do câncer será feita por uma equipe de profissionais da saúde, incluindo um cirurgião dentista e um oncologista. Depois da cirurgia o paciente deverá passar por um tratamento de tratamento de radioterapia ou quimioterapia. Caso faça a radioterapia, o paciente terá alguns efeitos colaterais, pois a radiação irá sensibilizar a região, provocando irritação, ressecamento, dificuldade de deglutir, perda do paladar e suscetibilidade a cáries. Para amenizar o sofrimento pós-radioterapia deve-se manter o acompanhamento com...

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Nova terapia aprovada no Brasil amplia combate contra o câncer
Abr13

Nova terapia aprovada no Brasil amplia combate contra o câncer

Sobrevida livre de progressão da doença foi significativamente maior após a terapia com pertuzumabe. Tudo começou com uma massa vermelha na mama esquerda. O ano era 2000 e Eny Rodrigues, com então 44 anos, estava amamentando a filha mais nova, com quatro anos. “Procurei um posto de saúde e o médico me tranquilizou, mas de qualquer forma pediu um raio X”, lembrando que a demora nos resultados fez com que, uma semana depois, ela buscasse um médico particular. A punção e a biópsia acusaram a presença de um câncer que exigia a retirada total da mama. Durante os cinco anos seguintes fazia revisões periódicas a cada seis meses.Em 2006, Eny passou a sentir dores fortes no ombro e no braço, onde fez a cirurgia. O incômodo atacou a coluna e as pernas. No ortopedista, soube que o câncer voltara e, dessa vez, a doença estava nos ossos. Emagreceu 20 quilos e não conseguia mais andar. “Foi quando o médico Roberto Hegg me falou de uma esperança que me daria mais de qualidade de vida”, conta, lembrando que, após o primeiro mês de tratamento, as melhoras eram visíveis e que, um ano depois, já havia suspendido a morfina. Hoje, Eny comemora cada batalha ganha contra o câncer, brinda as conquistas de cada membro da família que a superação da doença permitiu ver e viver, além de levar uma vida quase normal. Cleópatra O milagre da vida de Dona Eny e de outros pacientes responde pelo nome de estudo CLEOPATRA (Clinical Evaluation Of Pertuzumab and Trastuzumab), realizado no período de 2011 a 2014, com 808 pacientes de 25 países. Incluindo o Brasil, que participou com 100 mulheres com câncer de mama metastático HER2 positivo, um dos tipos mais agressivos da doença e que representa mais de 20% dos casos de câncer de mama. Ou seja, 11 mil mulheres são diagnosticadas a cada ano: uma verdadeira questão de saúde pública. Efeitos Os resultados mostram que, após o tratamento com a combinação dos medicamentos pertuzumabe e trastuzumabe, associados ao quimioterápico docetaxel, a sobrevida global mediana desta pacientes foi de 56,5 meses (quase cinco anos), contra 40,8 meses do grupo que recebeu placebo, trastuzumabe e docetaxel, ou seja, uma diferença de 15,7 meses. A sobrevida livre de progressão foi significativamente maior após a terapia com pertuzumabe. Estes medicamentos usam terapias-alvo, que consiste numa tecnologia que permite atacar precisamente as células tumorais, reduzindo significativamente os efeitos colaterais e melhorando a qualidade de vida das pacientes. Os efeitos colaterais, como a queda de cabelo, são mínimos, as pacientes ficam livres do hospital e podem seguir sua rotina produtiva normalmente. Vantagens Segundo a diretora do Instituto Ética...

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Instituto Nacional de Câncer alerta para excesso de uso de agrotóxicos no Brasil
Abr10

Instituto Nacional de Câncer alerta para excesso de uso de agrotóxicos no Brasil

Segundo documento da instituição, país é o maior consumidor mundial de pesticidas O Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou nesta quarta-feira documento em que se posiciona contra “as práticas de uso de agrotóxicos no Brasil” e ressalta os riscos à saúde do uso desses produtos químicos. A intenção é fortalecer a regulação e controle dessas substâncias e incentivar a agricultura orgânica. O documento chama a atenção para o fato de o Brasil ser, desde 2009, o maior consumidor mundial de agrotóxicos, com consumo médio mensal de 5,2 quilos de veneno agrícola por habitante. A venda de agrotóxicos no País passou de US$ 2 bilhões para US$ 8,5 bilhões entre 2001 e 2011. “É importante destacar que a liberação do uso de sementes transgênicas no Brasil foi uma das responsáveis por colocar o País no primeiro lugar do ranking de consumo de agrotóxicos, uma vez que o cultivo dessas sementes modificadas exigem o uso de grandes quantidades desses produtos”, diz o texto. As intoxicações agudas por agrotóxicos atingem os trabalhadores rurais, que sofrem com irritação da pele e olhos, cólicas, diarreias, dificuldades respiratórias, convulsões e morte. — Há uma subnotificação da intoxicação aguda porque nos serviços de saúde muitas vezes os sintomas são confundidos com uma virose. Em 2013, houve 5.500 casos registrados. A Organização Mundial de Saúde estima que, para cada caso notificado, outros 50 não foram comunicados — afirma Márcia Sarpa de Campos Mello, da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional e Ambiental do Inca. Os agrotóxicos também provocam efeitos por conta da exposição crônica às substâncias químicas, como infertilidade, impotência, abortos, malformações e câncer, informa o documento. “Vale ressaltar que a presença de resíduos de agrotóxicos não ocorre apenas em alimentos in natura, mas também em muitos produtos alimentícios processados pela indústria, como biscoitos, salgadinhos, pães, cereais matinais, lasanhas e outros que têm como ingredientes o trigo, o milho e a soja”, diz o texto. Já o nutricionista do Inca, Fabio Gomes, lembra que “a preocupação com agrotóxicos não pode significar a redução do consumo de frutas, legumes e verduras”. — São fundamentais em uma alimentação saudável e de grande importância na prevenção do câncer — declara. *Estadão...

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Dia Mundial da Saúde – 7 de abril
Abr07

Dia Mundial da Saúde – 7 de abril

Brasília, 07 de abril – Em 2015 a Organização Mundial da Saúde (OMS) elegeu o tema “Do campo à mesa, obtendo alimentos seguros” para as comemorações desta data.  A boa nutrição é um fator determinante para a garantia da boa saúde. Desde o nascimento, o homem necessita de alimentos para sua sobrevivência. A qualidade dos alimentos que consumimos é um fator importante. A região das Américas conta com cerca de 953 milhões de habitantes e garantir alimentos seguros a toda esta população é um desafio para todos os países da região. O acesso a quantidades suficientes de alimentos seguros e nutritivos é fundamental para a manutenção da vida e promoção da saúde. A segurança alimentar e a boa nutrição são indissociáveis. O consumo inadequado de determinados tipos de alimentos ou ingredientes, como excesso de sal, açúcar e gorduras podem levar a ocorrência de algumas doenças crônicas, como o diabetes e a hipertensão. Paralelamente, a prática de atividades físicas também é essencial para a saúde de qualquer indivíduo. Por esses motivos, a OPAS/OMS no Brasil ampliou o tema e celebra o Dia Mundial da Saúde incentivando a o consumo de alimentos seguros, a alimentação saudável e a prática de atividades físicas juntos. Alimentos não seguros geram um ciclo vicioso de doença e desnutrição que afetam particularmente os mais vulneráveis (crianças, idosos e doentes). Os alimentos saudáveis são a chave para uma boa saúde, por outro lado, os alimentos não seguros contendo bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas prejudiciais à saúde são a causa mais de 200 doenças – que vão desde diarreia ao câncer. Doenças diarreicas matam cerca de 2 milhões de pessoas por ano, incluindo muitas crianças. Essas doenças prejudicam a produtividade, sobrecarregam o sistema de saúde pública e reduz os ganhos econômicos, impedem o desenvolvimento socioeconômico, prejudicando as economias nacionais, turismo e comércio. A urbanização e as mudanças nos hábitos de consumo têm aumentado o número de pessoas que compram e comem alimentos preparados em locais públicos. A globalização tem provocado crescente demanda dos consumidores por uma ampla variedade de alimentos, resultando em uma cadeia global cada vez mais complexo e mais alimentos. Com a globalização, as viagens e o crescimento do comércio internacional de alimentos, as doenças transmitidas por alimentos podem atravessar as fronteiras nacionais a afetar rapidamente vários países, representando um risco cada vez maior de transmissão de doenças. Exemplos incluem contaminação de fórmula infantil, surtos de Escherichia coliligadas a carnes contaminadas e legumes, uso indiscriminado de agrotóxicos, entre outros. Os governos devem eleger a segurança alimentar uma prioridade de saúde pública, uma vez que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento de políticas e marcos regulatórios,...

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Descoberta vacina que melhora a resposta imunológica ao câncer
Abr06

Descoberta vacina que melhora a resposta imunológica ao câncer

Imunização faz com que células reconheçam melhor substâncias do tumor. Vacina foi testada em três pacientes e resultados saíram na ‘Science’. Uma nova vacina melhora a resposta imunológica ao câncer a partir do uso de proteínas alteradas do tumor do paciente, uma fórmula que poderia dar bons resultados para o melanoma e os cânceres de pulmão, bexiga e cólon, segundo um estudo que publica nesta quinta-feira (2) na revista “Science”. “As vacinas contra o câncer costumam ser generalizadas. Esta é uma das primeiras personalizadas. As generalizadas usam proteínas normais sem alteração, por isso a resposta imune não é muito forte”, explicou à Agência EFE a principal pesquisadora do estudo, a venezuelana Beatriz Carreño. “Em nossa vacina usamos proteínas alteradas do paciente com tumor e foi comprovado que provocam uma maior reação nas células T, ao multiplicar em número e frequência sua capacidade de reconhecer substâncias isoladas dos tumores”, acrescentou a pesquisadora. As células T são um tipo de célula imunológica cuja função é reconhecer substâncias estranhas na superfície de outras células e matá-las. Para isso, produzem substâncias solúveis que têm efeitos sobre tumores e células infectadas com vírus. Para elaborar a vacina descrita na “Science”, foram usadas células dendríticas junto a proteínas alteradas do tumor do paciente. Visto que as células dendríticas “não são muito abundantes”, os pesquisadores isolaram precursores e as geraram no laboratório. “O uso de proteínas alteradas demonstrou ter uma maior capacidade para ativar o sistema imune. Porque quando as proteínas são normais, não são realmente substâncias estranhas e, portanto, a resposta imune não é muito forte”, explicou Carreño. Pulmão, bexiga, cólon e melanoma Os pesquisadores consideram que uma vacina deste tipo funcionaria bem para pacientes com cânceres que têm um alto componente imunológico e de mutações, como os de pulmão, bexiga, cólon e o melanoma. “Quanto maior o número de mutações, encontramos mais proteínas alteradas que podemos usar para ativar o sistema imune”, disse a pesquisadora da Washington University School of Medicine, em Saint Louis, no estado do Missouri. A vacina deste estudo foi testada em três pacientes por enquanto. “Estamos falando de uma nova maneira de atacar o câncer, com a informação genômica dos tumores. Usamos as alterações no tumor para acelerar o sistema imune”, assinalou Carreño. Os pesquisadores defendem portanto que a descoberta pode representar um grande impulso no avanço da imunoterapia do câncer, ou seja, as estratégias voltadas a ativar os sistemas imunológicos dos pacientes contra seus tumores. Além disso, eles sustentam que com esta vacina se dá mais um passo rumo a uma imunoterapia do câncer mais personalizada. Fonte: Bem...

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‘Quarentões’ ativos têm risco de câncer reduzido até pela metade, diz estudo
Abr02

‘Quarentões’ ativos têm risco de câncer reduzido até pela metade, diz estudo

Pesquisa americana descobriu que alto nível de atividade física na meia-idade reduziu risco de câncer de pulmão em 55%. Homens “quarentões” em boa forma física têm menos chances de desenvolver cânceres de pulmão e colorretal. É o que sugere um estudo publicado pela revista médica especializada “JAMA Oncology”. s pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, também sugerem que a combinação de boa alimentação e bom nível de atividade física aumenta as chances de sobrevivência para homens em boa forma no caso de eles serem diagnosticados com a doença. E alertam ainda que mesmo pequenas melhorias na rotina de exercícios já podem diminuir os riscos de câncer. Ainda que exercício e alimentação balanceada sejam medidas já conhecidas para reduzir as possibilidades de se ficar doente, a autora do estudo da Universidade de Vermont, Susan Lakoski, acredita ser benéfico dizer as pessoas o quanto elas precisam melhorar sua forma física para reduzir o risco de câncer a níveis aceitáveis. Isso viria sob a forma de planos personalizados de exercícios, que mediriam, por exemplo, sua capacidade cardiorrespiratória. Teste da esteira O estudo analisou 14 mil homens no Estado americano do Texas, com idades variando entre 46 e 50 anos. Os pesquisadores testaram o condicionamento físico dos voluntários fazendo-os correr numa esteira até a exaustão. Os voluntários, então, tiveram sua forma física testada a cada seis anos e meio entre 1971 e 2009. Entre 1999 e 2009, 1.310 homens tiveram câncer de próstata, 200 de pulmão e 181 desenvolveram o colorretal. Segundo os pesquisadores, homens com alto nível de atividade física na meia-idade reduziram seu risco de câncer de pulmão em 55% e o de colorretal em 44%, em comparação com homens mais sedentários – mais especificamente os que demoraram mais de 12 minutos para correr ou andar uma milha (1,6 km). Porém, o estudo descobriu que homens com boa condição física não mostraram redução de risco de desenvolvimento de câncer de próstata. Os autores do estudo acreditam que isso se deve em parte ao fato de homens de bom desempenho cardiorrespiratório em geral serem mais conscientes em relação a sua saúde e mais dispostos a se submeter a exames de câncer de próstata – o que aumenta as chances de diagnóstico. Seja como for, segundo Lakoski, “a mensagem é que a prevenção começa antes do que se imagina”. “Seus hábitos e sua forma física têm impacto no que vai acontecer 20 ou 30 anos mais tarde. E muita gente não pensa nisso”. A pesquisadora afirma no estudo que apenas estar em forma física acima da média já traz vantagens para a saúde. Um porta-voz da ONG britânica Cancer Research, Tom...

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