“A corrida é a melhor atividade contra o câncer de mama”, diz cardiologista
Out16

“A corrida é a melhor atividade contra o câncer de mama”, diz cardiologista

As atividades aeróbicas têm ação direta, seja no bem estar físico como o estado psicológico das pacientes que fizeram quimioterapia e até cirurgia O tema é bem apropriado no OUTUBRO ROSA, onde tudo é relacionado ao câncer de mama. Relembramos informações extremamente importantes: a atividade física regular, como a corrida, especificamente, é das mais fortes ferramentas contra os riscos da vida sedentária, um palpável fator de risco para as doenças cardiovasculares. E confirmou-se para o surgimento do câncer de mama, entre outros. As atividades aeróbicas têm ação direta, seja no bem estar físico como o estado psicológico das pacientes que fizeram quimioterapia e (ou só) cirurgia de qualquer abrangência, e foram consideradas curadas ou então mantém tratamento do câncer de mama. Os exercícios físicos aeróbicos como das corridas, combinados com os de fortalecimento e manutenção da potência muscular, no mínimo, reduzem a indesejável perda de força dos sedentários, que se acentua com o avançar da idade. Podemos dizer que, agora, o exercício físico para pacientes que tiveram ou estão em tratamento contra o câncer de mama faz parte do tratamento oncológico de alta qualidade. Essa tão simples ferramenta deve ser utilizada de uma maneira global e o médico assistente da paciente deve levar em conta alguns parâmetros básicos da preparação para a atividade física: 1- Estado de saúde atual 2- Uma detalhada orientação médica 3- Acompanhamento de um médico mastologista (especialista que estuda doenças e outras alterações das mamas) 4- Realizar atividades físicas diárias e regulares, de intensidade suficiente para estimular e manter as pacientes em programa de exercícios. 5- O exercício do tipo aeróbico de baixa intensidade, como as caminhadas, de início durando entre 10 e 15 minutos 6- A medida que a paciente vái se adaptando a essa atividade física, o tempo de exercício e a intensidade poderão ser aumentadas para corridas sem pressa em atingir essa etapa 7- Alternar as modalidades esportivas: hidroginástica/natação com as caminhadas. Lembrar que temos que avaliar o braço do lado da cirurgia de mama. 8- Os exercícios de força (fortalecimento muscular) poderão ser iniciados no momento certo do pós-operatório (auxiliam a redução do inchaço do braço e na melhora do tônus muscular. 9- Iniciar com baixo peso, de um a dois Kg, com 10 a 15 repetições (média de 12), sempre alternando os grupos musculares em cada dia de exercício. 10- O médico mastologista, deve informar quando é a melhor hora de começar, com ajuda de um educador físico experiente, orientando todo os exercícios. 11- O cuidado com o membro superior do lado operado é importantíssimo, evitando traumas, exposição excessiva ao sol, alergias, entre outros possíveis problemas que podem ocorrer. A atividade...

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Confraternização do Dia das Crianças – 2014
Out15

Confraternização do Dia das Crianças – 2014

Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar. Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa. Cheio de pipocas Ser criança é olhar e não ver o perigo. Ser criança é sorrir e fazer sorrir. Ser criança é chorar sem saber porque. Ser criança é se esconder para nos preocupar. Ser criança é pedir com os olhos. Ser criança é derramar lágrima para nos sensibilizar. Ser criança é isso e muito mais. É nos ensinar que a vida, apesar de difícil, Pode tornar-se fácil com um simples sorriso. É nos ensinar que criança só quer carinho e afeto. É nos ensinar que, para sermos felizes, Basta apenas olharmos para uma criança. Nossos sinceros agradecimentos a todos que colaboraram com o sucesso do evento de hoje. Que Deus lhes retribua em dobro. Confira as fotos:...

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Jovem com câncer terminal decide morrer em 1º de novembro
Out15

Jovem com câncer terminal decide morrer em 1º de novembro

Brittany Maynard descobriu um tumor no cérebro em janeiro. Diante da piora de sua saúde, ela optou pelo suicídio assistido. Uma jovem americana de 29 anos com câncer em estado terminal anunciou que dará fim à sua vida em 1º de novembro. Durante um ano, Brittany Maynard sofreu fortes dores de cabeça, até ouvir dos médicos, em janeiro passado, que tinha câncer no cérebro. Apesar de ter recebido tratamento durante meses, sua saúde continua a piorar. Por isso, ela decidiu seguir um caminho diferente. “Depois de meses de pesquisas, minha família e eu chegamos a uma conclusão dolorosa: não existe um tratamento que possa salvar minha vida, e os tratamentos que me foram recomendados destruiriam o tempo que me resta”, ela disse em um artigo que escreveu para o site da emissora CNN. Maynard disse que, conforme seu câncer for piorando, ela pode vir a sentir dores terríveis, que mesmo as drogas mais fortes talvez não sejam capazes de aliviar. “Posso desenvolver resistência à morfina e sofrer mudanças de personalidade, além de perdas verbais, cognitivas e motoras”, afirmou. “E, como o resto do meu corpo é jovem e saudável, posso vir a sobreviver fisicamente por um longo período, mesmo que o câncer já tenha destruído minha mente. Provavelmente, passaria semanas ou até meses sofrendo no hospital. E minha família teria de assistir a isso.” Permissão para morrer Maynard e seu marido se mudaram da Califórnia para o Estado do Oregon – um entre cinco Estados americanos onde o suicídio com assistência de médicos é permitido. Após se estabelecer como residente no local, ela teve de provar que tem menos de seis meses de vida. Agora, a paciente possui uma receita médica para as drogas que usará para morrer. Em seu artigo, ela escreveu que pretende tomá-las no dia 1º de novembro, dois dias após o aniversário de seu marido. Maynard compartilhou sua experiência com a entidade sem fins lucrativos Compassion & Choices, que faz pressão por uma legislação que legalize a eutanásia. Ela também lançou uma campanha na mídia onde explica a situação junto com sua família. A campanha inclui um vídeo publicado no YouTube (assista aqui, em inglês). Em um determinado momento do vídeo, Maynard é vista abrindo a bolsa e retirando dois vidros que, presume-se, conteriam medicamentos para dar fim à sua vida. “Quando eu precisar, sei que estão aqui”, ela diz para a câmera. O vídeo foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Ela diz que se sente aliviada sabendo que tem a opção de morrer “nos próprios termos” e quer que outros na mesma situação tenham acesso a esta alternativa. A campanha de Maynard...

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Programação Outubro Rosa – 2014
Out15

Programação Outubro Rosa – 2014

Confira nossa agenda de atividade para o Outubro Rosa 2014. Programe-se e participe conosco.

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Depto da Organização da Mulher – UAB- Apoia a Luta Contra Câncer
Out13

Depto da Organização da Mulher – UAB- Apoia a Luta Contra Câncer

Agradecemos pela visita, pela adesão e auxilio na divulgação da Campanha do Outubro Rosa, e as parabenizamos pela iniciativa e desde já pela dedicação pelas causas sociais, assim como, também agradecemos a casa de repouso Vitally e Novos Horizontes por ter proporcionado este momento de integração. *As Diretoras e membros do Depto da Organização da Mulher *A corte da Mais Bela Comunitária 2012/2014 – *As 27 candidatas que concorrem ao titulo Mais Bela Comunitária 2014/2016 – *E aos voluntários que as acompanharam na tarde de hoje (12/10) nossos sinceros agradecimentos. Confira algumas fotos:...

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Feira de Roupas de usadas e semi-novas
Out13

Feira de Roupas de usadas e semi-novas

Agradecemos a comunidade do Bairro Diamantino, por abrir as portas, os acolher e prestigiar nossa ação de hoje em especial ao presidente sr Dante, sua vice-presidente sra Janete Jardim, e a tesoureira da AMOB Diamantino. Agradecemos ao sr Luiz Carlos pela cobertura da ação e toda a equipe de voluntários que não citaremos nomes mas que sua ajuda e participação foi de fundamental importância para o sucesso, todos sobre a organização da sra Eva. Nosso muito obrigado! Confira algumas fotos: Voltarfeira (1)feira (2)feira (3)feira (4)feira (5)feira (6)feira (7)feira (8)feira (9)feira (10)feira (11)feira (12)feira (13)feira (14)feira (15)feira (16)feira (17)feira (18)feira (19)feira (20)sfeira (22)feira (23)feira (24)feira (25)feira (26)feira (27)feira (28)feira (29)feira (30)feira (31)feira (32)feira (33)feira (34)feira...

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Banco de Perucas será inaugurado nesta sexta-feira em Caxias do Sul
Out10

Banco de Perucas será inaugurado nesta sexta-feira em Caxias do Sul

Pacientes em tratamento pelo SUS no Hospital Geral terão acesso a perucas e lenços Nesta sexta-feira, às 16h, será inaugurado o primeiro Banco de Perucas de Caxias do Sul. O evento vai ser na recepção da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do Hospital Geral (HG). O banco fará empréstimo de perucas e lenços de cabeça para pacientes de câncer em tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no HG. A médica oncologista do HG Janaína Brollo é uma das idealizadoras do Banco de Perucas. Ela explica que o objetivo é acolher pacientes e familiares, desmistificando que o câncer é sinônimo de morte: — Entendemos que é imprescindível pontuar o quão importante é a autoestima e a valorização da feminilidade no processo do diagnóstico e durante o tratamento da doença. A gestão do banco será do grupo de voluntárias Amigas de Peito e Alma, formado por cerca de 50 pacientes e ex-pacientes do HG. — Já passamos por esta difícil experiência e, por isso, sabemos da importância de um apoio carinhoso neste momento — explica  a voluntária Tatiana Dall’Agnol Ribeiro, 36 anos. O Banco de Perucas irá funcionar nas segundas e quartas-feiras, das 14h às 17h, no HG. Desde março, as voluntárias já arrecadaram mais de 2 mil mechas de cabelos. O banco aceita cabelos a partir de 15 centímetros e oferece salão gratuito para o corte, caso a doadora não tenha outro salão à disposição. A aluna do 6º ano do Colégio São José Elisa Scudiero, 12 anos, não se importou em cortar mais de 15 centímetros do cabelo que quase chegava à cintura. Quando a menina tinha oito anos, perdeu para o câncer o irmão Erick, de 16 anos. — Acho importante participar de campanhas contra o câncer. Estava com o cabelo bem comprido, e assim que fiquei sabendo do propósito, resolvi doar. O cabelo cresce novamente — ensina. Os cabelos doados pela comunidade são encaminhados para a Elvira Perucas, no Santa Catarina. A loja será responsável pela confecção das perucas ao preço de custo. As voluntárias do Amigas de Peito e Alma estão promovendo ações pela cidade para arrecadar fundos. Na quarta, por exemplo, o dinheiro obtido em um desfile beneficente foi doado ao Banco de Perucas. O desfile arrecadou R$ 25 mil. A inauguração do banco faz parte da Semana Rosa do HG, que integra o Outubro Rosa 2014, movimento internacional de luta contra o câncer de mama. Em Caxias, o tom da campanha é percebida pela coloração de alguns prédios públicos e das entidades...

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Câncer de mama tem até 95% de chance de cura se diagnosticado precocemente
Out09

Câncer de mama tem até 95% de chance de cura se diagnosticado precocemente

O autoexame mensal das mamas é uma recomendação, mas não substitui a mamografia, que deve ser anual a partir dos 40 anos A cura do câncer de mama depende da detecção precoce da doença. Esse diagnóstico em fase inicial, por sua vez, depende da mamografia. A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que ela seja feita anualmente, a partir dos 40 anos, embora no Sistema Único de Saúde ela só seja oferecida a partir dos 50. Segundo a mastologista Carolina Fuschino, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – regional Distrito Federal, estudos mostram como o diagnóstico precoce leva a um índice de cura de até 95% e que, entre os 40 e 50 anos, o ganho de diminuição de mortalidade com a mamografia é menor que entre os 50 e 69 anos. “Mas, mesmo menor, ele existe. Os tratamentos precoces são menos mutilantes e mais curtos, às vezes sem necessidade de quimioterapia”, alerta. A mamografia é o principal exame para o diagnóstico do câncer de mama. “Claro que sempre orientamos para a auto percepção, para que as mulheres se olhem no espelho pelo menos uma vez por mês em busca de alterações, mas o autoexame é mais uma recomendação. Hoje, se sabe que a mamografia é o exame mais preciso para identificar lesões de mamas o mais precocemente possível”, afirma. Ou seja, o autoexame é importante, mas, de forma alguma, substitui a mamografia. “É ela o exame capaz de diagnosticar tumores pequenos, de até 1 milímetro, em um estágio bastante inicial. Já no autoexame, o caroço identificado, geralmente, é perceptível quando está mais desenvolvido”, defende Clécio Lucena, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologista – regional Minas Gerais. Autoexame, mamografia e exame clínico, como o feito na visita anual ao ginecologista, são essenciais para o diagnóstico. Para pacientes específicas, de um grupo de alto risco – como aquelas que tiveram um câncer em estágio muito inicial, têm mutação genética de gens relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama ou com muitas histórias da doença na família –, há ainda outro exame: a ressonância magnética com contraste. Já o ultrassom das mamas é um exame complementar. “Serve para tirar uma dúvida e não para esclarecer o núdulo. Não serve para o rastreamento, portanto”, explica Carolina. Se a mamografia sugerir nódulos suspeitos, a confirmação ocorre por meio de biópsia, por meio de punção. TRATAMENTO O exame, feito pelo mastologista, consiste em retirar uma amostra das células, quando feita com a gulha fina, ou uma amostra maior, do tecido, quando feita com agulha grossa. Só a partir dessa confirmação do câncer de mama é programado o tratamento cirúrgico. A porção da mama que será...

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Tamanho do quadril pode ser indicador de risco de câncer de mama
Out07

Tamanho do quadril pode ser indicador de risco de câncer de mama

Pesquisa inglesa foi realizada com quase 93 mil mulheres O ganho de peso total durante a vida adulta já é conhecido por ser um fator de risco para desenvolver câncer de mama, mas uma cintura maior parece ser particularmente prejudicial, indicando a importância de manter-se longe de uma barriga proeminente. É o que mostrou uma pesquisa baseada em resultados de estudos com quase 93 mil mulheres na Inglaterra. Todas as participantes tinham mais de 50 anos, já haviam passado pela menopausa e não sabiam do câncer de mama quando ingressaram no estudo, entre 2005 e 2010. No momento da inscrição, elas forneceram informações detalhadas sobre altura e peso, saúde reprodutiva, fertilidade, histórico familiar de câncer de mama e de ovário e uso de contraceptivos hormonais ou reposição hormonal, que influenciam o risco de câncer de mama. Elas também foram consultadas sobre o atual tamanho de saia que usavam. Após um período de acompanhamento de três a quatro anos, elas foram questionadas sobre a continuidade da reposição hormonal, seu estado geral de saúde, um diagnóstico subsequente de câncer e o estilo de vida, incluindo o quanto fumavam e bebiam. Durante o período de acompanhamento, 1.090 mulheres desenvolveram câncer de mama, dando um risco absoluto de pouco mais de 1%. Conforme esperado, o tratamento da infertilidade, o histórico familiar de câncer de mama ou de ovário e o uso de reposição hormonal foram significativamente associados com um risco maior de serem diagnosticadas com a doença, enquanto as gestações eram protetoras. Gordura da barriga é mais prejudicial Depois de levados em conta outros fatores influentes, o aumento na largura da saia surgiu como o mais forte indicador de risco de câncer de mama. Aos 25 anos, o tamanho médio da saia das mulheres tinha sido 12 (na escala de medida no Reino Unido), e quando elas entraram no estudo, com a idade média de 64 anos, era 14. O tamanho da saia tinha aumentado ao longo da vida adulta para três em cada quatro mulheres. A análise revelou que o aumento de um número do tamanho da saia (de 12 para 14, por exemplo) a cada 10 anos foi associado a um risco 33% maior de desenvolver câncer de mama após a menopausa. Subindo duas medidas, é 77% maior. Como esse é um estudo observacional, nenhuma conclusão definitiva pode ser tirada sobre causa e efeito, e é provável que tenha havido alguma variação no dimensionamento da saia ao longo dos anos, dizem os pesquisadores. Mas uma cintura em expansão tem sido associada a outros tipos de câncer, incluindo os de pâncreas, revestimento do útero e ovários. Possivelmente porque a gordura da barriga...

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Jovem descobre câncer durante teste de direção na Escócia
Set30

Jovem descobre câncer durante teste de direção na Escócia

O tumor se rompeu quando a adolescente fez uma parada brusca à pedido do avaliador A jovem Nicole Walker atribuía as fortes dores que sentia no estômago ao estresse quando foi surpreendida por um câncer durante o teste prático para tirar a carta de motorista, de acordo com o Daily Mirror. Um tumor do tamanho de uma melancia se rompeu quando o avaliador pediu que a jovem fizesse uma parada brusca, e Nicole teve de ser levada às pressas ao hospital, em Glasgow, na Escócia. “Quando eu entrei no carro eu estava sentindo muita dor abdominal, mas eu pensei que fosse ansiedade. Na hora em que eu terminei o teste, uma hora depois, eu mal conseguia caminhar”, lembra. Ao chegar no hospital, a vítima foi imediatamente levada ao centro cirúrgico para ter o cisto removido. Segundo os médicos, a parada que a adolescente havia realizado durante a prova prática havia causado a ruptura do tumor. Três semanas após a cirurgia, Nicole recebeu outra má notícia: ela tinha câncer no ovário. Por causa da quimioterapia, ela teve de se afastar da escola, e raspar o cabelo. O impacto na família também foi grande. “Meus pais ficaram devastados quando eu contei que tinha câncer. A família inteira ficou bem chateada e eu acho que isso me ajudou a me manter otimista, eu queria dar apoio a todas as pessoas que haviam sido afetadas pela minha doença”, conta.A adolescente, então com 17 anos, sentia dores no estômago desde os 14, mas seu médico havia lhe informado que ela não tinha nenhum problema sério, apenas um quadro de estresse. Cerca de 2.500 jovens de idades entre 13 e 24 anos são diagnosticados com câncer todos os anos. Hoje, com 21 anos, Nicole percorre escolas para conscientizar adolescentes quanto à doença. “Eu não culpo meu médico porque câncer em adolescentes pode ser algo difícil de detectar, mas eu quero que outros médicos leiam a minha história e fiquem atentos aos sinais da doença”. Fonte: Olhar...

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