Sessão de Fotos
Set29

Sessão de Fotos

Agradecemos primeiramente a Deus, as beneficiárias pela confiança, a toda equipe do O Boticário do Prataviera Shopping em especial a gerente Sr.ª Deborah Piccoli que disponibilizaram seu tempo e nos acolheram, agradecemos também a Cassiane Aguiar Fotografia, a direção Castelo Lacave e a todos voluntários envolvidos. Nosso muito obrigado. Veja algumas fotos:...

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Confraternização e Dia da Beleza
Set26

Confraternização e Dia da Beleza

O que dizer de ações que tem dado certo? São assim as confraternizações que reunimos beneficiários, familiares de beneficiários, voluntários, amigos, as parcerias, os novos laços que se formam a cada encontro, ainda que sem árvores genealógicas, laços de sangue ou semelhança no sobrenome. Ainda assim, se confraternizam, se respeitam, dependem um do outro porque o objetivo é crescer juntos, trocar idéias, experiências e afetos. Trabalhar, somar, acreditar. Crer que o que se planta hoje dará frutos, com certeza, porque um semeia, outro rega, outro ainda limpa, aduba e ajuda a crescer. E, se estamos falando de seres humanos, aí é que tudo faz ainda mais sentido. Sonhos, talento, emoção. O resultado pode ser visto, num momento em que a união, idéias e sobrenomes se transforma numa linguagem universal, num único e grande abraço, num desejo de que o semelhante seja ainda mais feliz, mais próspero. Agradecemos a todos presentes, pois a cada encontro aprendemos e entendemos cada vez a importância de valorizar os pequenos momentos. Veja algumas fotos:...

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Mãe descobre que o filho tem câncer após ver fotografia
Set24

Mãe descobre que o filho tem câncer após ver fotografia

Normalmente é o médico quem descobre se algo está errado no corpo de alguém. No caso de Nilda Alves de Oliveira, mãe de Luan Alves de Oliveira, hoje com sete anos, foi a fotógrafa quem sinalizou que algo não andava bem na saúde do pequeno. Quando levado ao médico, foi diagnosticado com câncer nos olhos. O retinoblastoma, tumor na retina, afeta cerca de 400 crianças por ano no Brasil, de recém-nascidos a cinco anos de idade.  O câncer, se diagnosticado precocemente, tem índice de cura de 90%. Quando Luan tinha apenas cinco meses, a mãe resolveu contratar um pacote de fotos em um estúdio. Levou o bebê para ser fotografado e, quando voltou para pegar as fotos já impressas, a fotógrafa fez o alerta: Luan deveria ser levado ao pediatra com urgência, pois o fundo do olho do bebê estava branco, em vez da cor natural, que seria o vermelho-sangue. “Eu comentei que achava que era porque ele tinha chorado, estava com sono. A fotógrafa disse: ‘Não, normalmente essa mancha é um problema'”, conta Nilda. De fato, uma foto pode dizer muito sobre a saúde dos olhos de uma criança. O oncologista Sidnei Epelman, presidente da Tucca (associação para crianças e adolescentes com câncer), explica que essa é uma das formas que se diagnostica em casa que há um tumor. No entanto, é preciso diagnosticar um câncer antes mesmo de ele ser vísivel assim. No caso de Luan, o câncer não estava no estágio avançado, mas também não estava na sua etapa inicial. Nilda conta que, depois do alerta da fotógrafa, levou o filho ao pediatra da própria cidade, Nova Serrana (MG), que já indicou imediatamente que ela encaminhasse Luan a um especialista de oncologia, já que o caso era grave. Na Santa Casa de Belo Horizonte, Luan começou a ser tratado. “O médico disse: mãezinha, não se assuste, descobrimos o câncer cedo. Se fosse mais tarde, talvez não tivesse mais jeito’. Então eu entreguei para Deus”, conta Nilda. A mãe de Luan conta que o médico alertou sobre a possibilidade de retirar o olho do garoto, para impedir a progressão do câncer. No começo do tratamento, no entanto, optaram por fazer quimioterapia. O problema não foi resolvido e Luan, na época então com um ano e dez meses, foi submetido à cirurgia de extração do olho afetado. A mãe ficou apreensiva sobre a possibilidade do câncer ter atingido o outro olho. Epelman explica que normalmente a doença se desenvolve em um olho só. Em casos de problemas hereditários, pode atingir os dois também. O caso de Luan, embora Nilda comente que não havia pessoas na família que tivessem...

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16ª Semana Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos
Set24

16ª Semana Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos

O CAPC estará presente nos eventos da Semana Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos. Confira a Programação da cidade: SÁBADO – 20.09 Missa alusiva à doação de órgãos e tecidos Horário: 17h Local: Igreja São Pelegrino SEGUNDA-FEIRA – 22.09 Abertura oficial da Semana Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos Horário: 9h30min Local: Largo do Centro Administrativo *em caso de chuva as atividades da abertura oficial serão realizadas no auditório da Prefeitura Participação na Reunião-Almoço da CIC e apresentação do Coral da Unimed Horário: 11h45min Local: Câmara de Indústria Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC) Palestra “Doação de Órgãos: um ato de amor” Horário: 20h Local: auditório do Hospital Pompéia Distribuição de material informativo e lacinhos verdes alusivos à Semana Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos Horário: durante toda a Semana Locais: SSI Saúde e Centros de Saúde das empresas Randon e Fras-le TERÇA-FEIRA – 23.09 Evento de entrega de almofadas e cachepots confeccionados pelo Banco de Vestuário Horário: 10h Local: Hemocentro Regional de Caxias do Sul Palestra “Doação de Órgãos: um ato de amor” Horários: 10h, 15h30min e 20h Local: auditório do Hospital Pompéia Atendimento ao público externo com entrega de material informativo sobre doação de órgãos, sangue e córnea, além de verificação de pressão arterial e HGT Horário: manhã e tarde Local: em frente ao Hospital Geral QUARTA-FEIRA – 24.09 Mesa redonda sobre transplantes com Sabrina Wisintainer, Tiago Passarin e Leandro Casiraghi Horário: 10h Local: auditório da Secretaria da Saúde – 5º andar Capacitação interna sobre identificação e manutenção do potencial doador em setores com possibilidade de atendimento a pacientes com morte encefálica Horários: 8h30min e 16h Local: Hospital Geral QUINTA-FEIRA – 25.09 Ação de conscientização sobre doação de órgãos promovida pelo RimViver Horário: Das 11h às 17h Local: Shopping Prataviera Ação Social HP Horário: Das 9h às 16h Local: em frente ao Hospital Pompéia Capacitação interna sobre identificação e manutenção do potencial doador em setores com possibilidade de atendimento a pacientes com morte encefálica Horários: 8h30min e 16h Local: Hospital Geral SEXTA-FEIRA – 26.09 Desfile de moda, com participação de transplantados, doadores e equipe médica Horário: 18h Local: Estação San Pelegrino Shopping Apoiadores: Luigi Bertolli, FTEC Faculdade, Secretaria da Cultura, Secretaria de Segurança Pública e Proteção Social (SAIS), Mary Kay do Brasil Cosméticos e DJ Mono. Palestra sobre doação de órgãos com equipe médica do Hospital Geral Horário: 9h Local: Colégio La Salle Carmo SÁBADO – 27.09 Chimarreando pela Vida Horário: 10h às 16h Local: Parque dos Macaquinhos *haverá distribuição de água quente e erva mate no local. Missa em homenagem aos doares, familiares de doadores e transplantados Horário: 16h Local: Hospital...

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Com câncer, mãe dança com filho em casamento dias antes de falecer
Set23

Com câncer, mãe dança com filho em casamento dias antes de falecer

Mary Ann Manning morreu três dias após celebração. Vídeo que mostra seu esforço para dançar foi publicado no YouTube. Uma mulher que estava em estado terminal devido a um câncer juntou todas as suas forças para dançar com seu filho em seu casamento apenas três dias antes de morrer. O caso aconteceu na Califórnia, nosEstados Unidos, segundo o jornal “New York Daily News”. Um vídeo emocionante publicado no YouTube mostra Mary Ann Manning, de 61 anos, levantando de sua cadeira de rodas e indo dançar com seu filho, Ryan, durante a festa de casamento dele. Quando a música acaba, ela é ajudada por outros familiares a voltar à cadeira. O casamento de Ryan com sua noiva, Katelyn, aconteceu no dia 5 de setembro em Dana Point. Mary Ann morreu três dias depois, em 8 de setembro. Ela tinha um câncer de mama. Fonte:...

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Bombeiros raspam o cabelo em solidariedade a colega com câncer
Set18

Bombeiros raspam o cabelo em solidariedade a colega com câncer

Mais de 20 bombeiros de Curitiba aderiram à ação em nome da amizade. ‘Eu me senti acolhido’, conta o soldado Locatelli. No quartel do Corpo dos Bombeiros, no bairro Cabral, em Curitiba, parece que a careca faz parte do uniforme. Mas na verdade, o cabelo raspado mostra uma atitude de solidariedade a um colega de farda que enfrentou um câncer. “Quando ele voltou ao trabalho encontrou a maioria do pessoal assim, sem cabelo. A gente quis mostrar que estava com ele, que iria apoiá-lo”, conta o tenente Muller. Segundo o tenente, mais de 20 bombeiros de vários quartéis da cidade resolveram apoiar o colega. O soldado Locatelli, 25 anos, descobriu em abril deste ano que estava com câncer na glândula salivar. “Eu fui a uma dentista, ela desconfiou que um siso não tinha nascido e pediu para eu fazer exames. Aí constataram que eu tinha um tumor”, explica o soldado. O bombeiro fez uma cirurgia e acabou descobrindo que o tumor era maligno. “Tive que fazer radioterapia. No começo eu até tentei trabalhar na parte administrativa, mas eu sentia muito enjoo”, conta o soldado que voltou à rotina nesta semana. O grupamento raspou o cabelo dentro do quartel no sábado (6). “O sargento Robson teve a ideia e veio perguntar se a gente poderia raspar o cabelo em solidariedade ao colega. Na verdade, pelo regulamento, não poderia, mas como a causa é boa, foi autorizado. Até eu raspei”, disse o tenente Muller. Quando voltou ao trabalho, na segunda-feira (8), Locatelli foi surpreendido. “Eu me senti acolhido. Eu até evitei contar para muita gente o que estava acontecendo, pois não gosto de me expor, mas quando voltei, estava o pessoal com o cabelo raspado. É um grande apoio, não só para mim, mas por quem também passa por isso. Descobri que tenho mais do que colegas, tenho amigos aqu”, conta Locatelli. Bombeiros de outros quartéis também aderiram à iniciativa. “O pessoal foi postando nas redes sociais, foi avisando os colegas e mais gente resolveu ficar careca. Eu sou do Bairro Alto e raspei a cabeça no domingo (7)”, explica o soldado Fábio Bomm. Locatelli ainda brinca que achou a atitude dos colegas muito bonita, mas que a careca não ajudou na aparência de ninguém. “Ninguém ficou mais bonito, ficou pior”.   Fonte:...

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Mulher busca tratamento por conta própria e se livra de câncer na cabeça
Set18

Mulher busca tratamento por conta própria e se livra de câncer na cabeça

Uma britânica com câncer no cérebro contrariou o destino fatal que seus médicos lhe apresentaram na Inglaterra ao se submeter a uma cirurgia radical nos Estados Unidos para remover o tumor da cabeça. A enfermeira Laura Fischer-Beards, 39, que antes tinha apenas mais alguns meses de vida, ganhou 15 anos para viver. Fischer-Beards tinha 37 anos quando foi parar no hospital sentindo dores no pescoço e descobriu que a causa era um câncer considerado inoperável pelos médicos da Inglaterra. Eles a encaminharam para cromoterapia e radioterapia, mas disseram que não podiam salvá-la porque que o tratamento se mostrou ineficiente. A britânica não se conformou com a possibilidade de não ver seus filhos crescerem e buscou uma alternativa disponível somente nos Estados Unidos por mais de R$ 300 mil. Sem pensar duas vezes, ela viajou para Chicago há duas semanas e passou por uma cirurgia feita no cérebro enquanto estava acordada. “Não podia simplesmente desistir quando tenho três crianças pequenas que precisam que eu esteja lá para eles”, afirmou para o jornal “Daily Mail”. Durante o procedimento, a enfermeira teve que falar o nome e o dia do aniversário dos filhos para evitar danos na linguagem, funções motoras e sensoriais. Foram cinco horas na mesa de operações para que o tumor fosse retirado completamente. “Foi uma escolha entre desistir ou lutar e eu não sou derrotista”, disse. “Tenho que admitir que foi um risco e fiquei muito assustada porque tive que permanecer acordada durante a cirurgia. Mas você faz o que é preciso para sobreviver”. Fischer-Beards está se recuperando em um hospital em Chicago e deve retornar para o Reino Unido em breve. A preocupação da família agora é quitar a dívida, pois o procedimento não teve cobertura do plano de saúde. A comunidade em que mora na Inglaterra lançou uma campanha para arrecadar fundos e ajudar no pagamento. Cerca de R$ 25 mil já foram doados. Fonte: Correio do...

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Garotinha com câncer realiza sonho de conhecer seu animal favorito, um unicórnio
Set17

Garotinha com câncer realiza sonho de conhecer seu animal favorito, um unicórnio

Mais uma ação belíssima da Fundação Make-A-Wish (Faça um Pedido, em português), que há mais de trinta anos realiza sonhos de crianças ao redor do mundo: Addison, uma garotinha de 6 anos dos Estados Unidos, luta há dois anos e meio contra uma leucemia e seu sonho era conhecer um unicórnio. Com a ajuda de atores voluntários, do escritor Alvin Chan e do criador de cavalos Waimanalo, a fundação conseguiu transformar o sonho da garotinha em uma realidade encantadora. Assista ao vídeo:  “Muitas pessoas participaram desta produção”, disse Siana Hunt, presidente e CEO a fundação no Hawaii. “O roteiro foi escrito aqui mesmo. Todos os atores que participaram da encenação nasceram e foram criados no Hawaii. Eles deram tudo de si para que o desejo de Addison se realizasse”. Fonte:...

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Festejos Farroupilhas
Set17

Festejos Farroupilhas

Como já dizia Sigmund Freud…. Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis, e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente. Pedrinho Rocha, Corrente Nativa Neusa DeonRosane Spiandorello Lhes somos gratos pelo apoio, parceria e acolhimento de sempre, e aos beneficiários, familiares, amigos, parceiros e voluntários nosso muito obrigado pela presença. Confira as fotos:...

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Brincar de faz de conta reduz impacto do câncer em crianças
Set16

Brincar de faz de conta reduz impacto do câncer em crianças

Na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, o faz de conta deixa de ser uma brincadeira e se torna um aliado no tratamento contra o câncer infantil. Os benefícios da prática foram comprovados pela pesquisa da terapeuta ocupacional Nathália Rodrigues Garcia-Schinzari. Orientada pela professora Luzia Iara Pfeifer, o estudo contou com 15 crianças com idade entre 4 e 7 anos, diagnosticadas com câncer, que eram atendidas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HC-FMRP) da USP e, algumas, pelo Grupo de Apoio à Criança com Câncer de Ribeirão Preto (GACC – Ribeirão Preto). Segundo a pesquisadora, brincar de faz de conta auxilia no desenvolvimento cognitivo, no uso da linguagem, além de beneficiar aspectos sociais e emocionais. “É fundamental que as crianças doentes consigam expressar seus sentimentos, medos, dúvidas e sua capacidade de enfrentar os problemas e as dificuldades da vida e por meio do brincar de faz de conta isso se torna possível”, afirma a terapeuta ocupacional. Numa brincadeira de faz de conta, diz a pesquisadora, as questões abordadas pelas crianças com câncer são diferentes daquelas abordadas pelas crianças saudáveis. “Elas falavam sobre os efeitos da quimioterapia, afastamento da escola, morte e momentos saudáveis em família”. Para Nathália, a brincadeira faz com que as crianças compreendam melhor seu estado de saúde, bem como o tratamento que vão enfrentar. “Geralmente, a criança com câncer fica assustada com as mudanças repentinas em sua vida, entre elas a queda do cabelo”. O estímulo à brincadeira, diz a pesquisadora, também pode ser uma forma de aproximação entre o paciente e profissional da saúde. “Quando estimulamos o brincar de faz de conta de uma criança, estamos fortalecendo sua criatividade, expressividade e capacidade de enfrentar os problemas e as dificuldades da vida”, diz a pesquisadora. O estímulo ao brincar de faz de conta e a qualquer atividade lúdica é comum em hospitais no Brasil e no mundo e, geralmente, é utilizado pela equipe de Terapia Ocupacional, Psicologia e Enfermagem. Inclusive, diz Nathália, há artigos publicados nacionais e internacionais sobre a importância do brincar junto à criança hospitalizada. Fonte:...

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